Devem ser inúmeras as questões em que estamos em desacordo (serão?...).Não nos podemos esquecer que, por questões de disciplina (e, espero eu, de convicção), há uma política e uma doutrina que, obrigatoriamente, tem de respeitar.
Mas, independentemente do tudo isto, não reconhecer a forma de excepcional prudência, razoabilidade, moderação, ponderação e, porque não dizê-lo, de alguma abertura (a abertura possível) com que D. José Policarpo, Cardeal Patriarca de Lisboa, tem dirigido os destinos da Igreja Católica em Portugal, é um erro.
Por isso mesmo, e independentemente dos nossos desacordos, D. José Policarpo é um homem que eu ouço e leio sempre com redobrada atenção e prazer.
