1 de janeiro de 2011

D. José Policarpo

Devem ser inúmeras as questões em que estamos em desacordo (serão?...).
Não nos podemos esquecer que, por questões de disciplina (e, espero eu, de convicção), há uma política e uma doutrina que, obrigatoriamente, tem de respeitar.
Mas, independentemente do tudo isto, não reconhecer a forma de excepcional prudência, razoabilidade, moderação, ponderação e, porque não dizê-lo, de alguma abertura (a abertura possível) com que D. José Policarpo, Cardeal Patriarca de Lisboa, tem dirigido os destinos da Igreja Católica em Portugal, é um erro.
Por isso mesmo, e independentemente dos nossos desacordos, D. José Policarpo é um homem que eu ouço e leio sempre com redobrada atenção e prazer.

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