Alberto João Jardim e o Governo Regional da Madeira vão manter em 2011 o subsídio de insularidade num valor correspondente a 30 por cento dos salários aos funcionários da administração pública regional e local no Porto Santo e de mais dois por cento aos da Madeira.
Este complemento salarial custará 7,4 milhões de euros.
Tal como no caso dos Açores, é relevante perceber que os madeirenses já são largamente compensados dos seus custos de insularidade através de várias benesses fiscais e pelas transferências e subvenções (gordas, gordíssimas) que anualmente recebem via OE – Lei das Finanças Regionais e que, em última análise, são pagas pelos impostos de todos nós, continentais.
É claro que no caso da Madeira já não há qualquer esperança que alguma vez percebam que a solidariedade tem dois sentidos e não pode, nem deve, ser chamada à coação só quando é necessário os continentais contribuírem com a sua para resolver os problemas insulares (como foi, por exemplo o caso das enxurradas recentes que atingiram a ilha).
Mais uma vez a Madeira, Alberto João Jardim e os sociais-democratas madeirenses mantêm-se ao nível mais elevado de dislate, da falta de senso, de caciquismo e de oportunismo político.
Como aliás sempre nos habituaram.
Este complemento salarial custará 7,4 milhões de euros.
Tal como no caso dos Açores, é relevante perceber que os madeirenses já são largamente compensados dos seus custos de insularidade através de várias benesses fiscais e pelas transferências e subvenções (gordas, gordíssimas) que anualmente recebem via OE – Lei das Finanças Regionais e que, em última análise, são pagas pelos impostos de todos nós, continentais.
É claro que no caso da Madeira já não há qualquer esperança que alguma vez percebam que a solidariedade tem dois sentidos e não pode, nem deve, ser chamada à coação só quando é necessário os continentais contribuírem com a sua para resolver os problemas insulares (como foi, por exemplo o caso das enxurradas recentes que atingiram a ilha).
Mais uma vez a Madeira, Alberto João Jardim e os sociais-democratas madeirenses mantêm-se ao nível mais elevado de dislate, da falta de senso, de caciquismo e de oportunismo político.
Como aliás sempre nos habituaram.
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