Cogito, ergo sum (penso, logo existo) é uma conclusão do filósofo e matemático francês René Descartes que a enuncia após duvidar de sua própria existência, mas a comprova ao ver que pode pensar e, se está sujeito à tal condição, deve de alguma forma existir.Descartes pretendia fundamentar o conhecimento humano em bases sólidas e seguras (em comparação com as fundamentações do conhecimento medievais).
Para tanto, questionou e colocou em dúvida todo o conhecimento aceite como correcto e verdadeiro (utilizando-se assim do cepticismo como método, sem, no entanto, assumir uma posição céptica).
Ao pôr em dúvida todo o conhecimento que julgava ter, concluiu que apenas poderia ter certeza que duvidava.
Se duvidava, necessariamente então também pensava, e se pensava necessariamente existia (sinteticamente: se duvido, penso; se penso, existo).
Por meio de um complexo raciocínio baseado em premissas e conclusões logicamente necessárias, Descartes concluiu que podia ter certeza de que existia porque pensava.
Apesar de Descartes ter usado um raciocínio semelhante ao silogismo aristotélico, a ideia de Descartes era anunciar a verdade primeira "eu existo" de onde surge todo o desejo pelo conhecimento.
A frase "Cogito, ergo sum" aparece na tradução latina do trabalho escrito por Descartes, “Discours de la Méthode” (1637), escrito originariamente em francês e traduzido para latim anos mais tarde.
(Wikipédia)
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